Escola de Filosofia Chinesa - Integrada a Wu Xing Clínica

Banha ou óleos vegetais?

Banha ou óleos vegetais?

Banha ou óleos vegetais? 

Houve um tempo em que a humanidade só consumia gordura animal. 

Foi no inicio do século XX que se iniciou o consumo do óleo vegetal ao ponto de sua quase total substituição da gordura animal. Propagou-se por muito tempo que o óleo vegetal era mais saudável do que banha e além da soja tantos outros foram apresentados como alternativas melhores para o uso alimentício. Será isso mesmo verdade? 

Refere a  história médica que  até 1911 não havia nenhum registro de infarto do miocárdio nos Estados Unidos e  foi justamente nesse ano que se introduziu o óleo vegetal no mercado. 

Estudos realizados mais tarde - 1930  - registrou  300 casos de infarto e em 1960 já eram 30.000. 

Existem inúmeros produtos no mercado que afirmam ser ‘saudável’, mas a verdade por trás de cada produto é revelada lentamente, ao longo do tempo, quando estes produtos começam a afetar a saúde, e as revelações são feitas quanto à sua real  salubridade . 

Nos últimos 60 anos os “especialistas de plantão” nos fizeram acreditar que os óleos vegetais ( soja e outros) eram extremamente saudáveis e muito mais seguros, esquecendo-se que até as primeiras décadas do século 20 não existia óleo vegetal ( soja, milho, girassol, canola, etc) e todos cozinhavam com banha. Parece que a alimentação humana só foi descoberta 20 séculos depois. 

O óleo que usamos todos os dias para cozinhar, já foi demasiadamente aquecido, no seu fazimento, na indústria,  e agora, em nossa cozinha o reaquecemos ( por várias vezes)  fazendo com que se decompondo,  formem  toxinas e aumente a produção de  radicais livres ( intoxicação provocada por fumaça cigarros, álcool, radiação ,drogas pesticidas, solventes industriais, alimentação rica em gorduras saturadas, pobreza nutricional, falta das vitaminas C,E , A e beta-carotenos, fazem mutações das células, muitas das causadas de câncer, parkinson, doenças cardíacas e alzheimer). 

O excesso de radicais livres   em nosso organismo o torna ácido,  provocando aumento dos glóbulos brancos (leucócitos), bloqueadores de artérias e causando-lhes lesões, forçando mutação celular e, posteriormente, câncer. 

A banha dificilmente fica saturada porque atinge a temperatura certa para fritar alimentos muito mais rápido e também   cozinha mais rapidamente. 

Poderíamos fazer  experiências, bem simples,  em nosso dia-a-dia. 

A primeira  delas é perguntar às industrias metalúrgicas porque usam banha, muitas vezes, naqueles trabalhos de “destravar”  roscas dos respectivos   parafusos, quando poderiam utilizar óleo vegetal ( soja) mais barato? 

A segunda, se em casa temos uma fechadura da porta, portão da cerca enroscando ou dobradiças que rangem, colocando óleo vegetal, a duração do trabalho é de pouquíssimo tempo. Logo, vai estar pastoso e com os mesmos problemas de antes. Se colocar banha, fica fluindo livremente, com mais leveza. 

Façamos essas experiências e imaginemos que a banha em contato com o ferro (metal)  provoca melhor deslizamento(rosco em parafuso enferrujado). Se na ferrugem produz melhor fricção, desliga melhor, imagine no corpo humano. Artérias ou veias entupidas não são dificuldades de sangue deslizar ( ou melhor, circular?). 

Então, selecionemos pessoas, em dois grupos,  para consumir alimentos ( frituras) só com óleo vegetal e  só com banha. Depois de certo tempo (  meio ou um  ano) verificaremos qual grupo aumentou gordura no sangue, ficou com circulação mais lenta e qual mostrou melhores resultados clínicos. 

Ou façamos outra pesquisa para verificar se os cardíacos ou com anginas consumem qual tipo de gordura? 

Alguém tem dúvida? Faça a experiência. Estudo  sem experiência é palpite.  

A  banha, além do mais,  contém principais nutrientes que são benéficos para a saúde, como vitaminas B e C, além de minerais como fósforo e ferro. Uma coisa notável é que ela é isenta de açúcar, tornando-a excelente para as pessoas com diabetes; e  também contém uma baixa quantidade de sódio. 

Não há nenhum problema em relação à gordura saturada animal, como se pregou. Só que a banha não é gordura saturada pura. Esse é outro mito feito pela indústria dos óleos vegetais para descredenciar essa gordura. Na verdade, a banha tem uma composição perfeitamente balanceada com cerca de 40% de gordura saturada e 45% de gordura monoinsaturada. 

A banha é rica em ácido oleico, uma gordura cujo consumo está diretamente relacionado ao menor risco de depressão. Ao comer banha de porco, ou cozinhar alimentos nela ou preparações de  culinárias, vai dar ao seu corpo este ácido que evitará que sofra deste distúrbio. 

E falando de gorduras, banha de animais criados soltos, pastoreando, são riquíssimos em ômega 3. 

O diabético, que pela sua própria condição é mais vulnerável a problemas vasculares devendo, portanto, evitar os excessos de gordura na alimentação, ficará melhor tratado.. 

Na campanha, quando ainda a medicina veterinária engatinhava, cortes em animais  cavalares ou machucadura dos arreios no lombo, eram satisfatoriamente tratados com banha. 

Ainda animais cavalares se cortam em cercas de arame. 

Experimente colocar óleo vegetal? O que poderá acontecer é uma bicheira, atraídas pela gordura vegetal e a banha as espanta. 

Alguém que sofra um corte no dedo, colocando banha, logo cicatriza. Não sugiro colocar óleo vegetal ( soja ou outro). 

Azeite de oliva extra  virgem é cru. Se esquentar fica igual aos óleos comuns. 

É por isso que na China se come muita carne de porco e gordura animal (diretamente, toucinho). E poucos ou quase ninguém morre por causa de colesterol. 

Mestre Shen

Sinaten 01895

Junho-2017